quinta-feira, 24 de setembro de 2009

França




A França é um país localizado no continente europeu, mais especificamente na Europa Ocidental. Faz fronteira a leste com a Alemanha e Suíça; a sudeste com a Itália e a sudoeste com a Espanha e Andorra; a norte faz fronteira com a Bélgica e Luxemburgo; a oeste é limitada pelo oceano Atlântico e a sul por Mônaco e pelo mar Mediterrâneo. Uma das grandes incentivadoras e membro-criador da União Europeia, o país foi uma potência colonial no passado, e ainda possui territórios e dependências ultramarinas, em diversos lugares ao redor do mundo.

De todos os grandes estados europeus, foi a primeira a ter a sua formação como estado, sendo sua capital em Paris. Incluindo os territórios ultramarinos, a França tem uma superfície de 675 417 km² e em torno de 64,5 milhões de habitantes. O francês é o idioma oficial, segundo a constituição, mas outras 77 línguas regionais existem no país.[2]

Segundo dados do FMI, a França é a oitava economia mundial, com um PIB de 2,04 trilhões de dólares.[3] Sua economia é um capitalismo com intervenção estatal não desprezável, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. No entanto, desde a metade dos anos 1980, reformas sucessivas em diversos setores estão desprendendo progressivamente tais empresas do poder público.



Geografia


A França é um país rico e desenvolvido, que disputa com a Alemanha e o Reino Unido a liderança da economia na União Europeia, pois é a terceira economia da Europa (Alemanha, Reino Unido, França, Itália) e a sexta do mundo (EUA, Japão, Alemanha, República Popular da China, Reino Unido, França). Paris é uma das cidades mais populosas do continente, e figura como uma cidade mundial, ou seja, uma das mais importantes do mundo.

A França funciona com um istmo que liga a Península Ibérica ao resto do continente, fazendo fronteira com a Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Suíça, Itália, Espanha, Andorra e com o Principado do Mónaco. O Eurotúnel liga a França ao Reino Unido, passando sob o Mar do Norte. Por esse túnel circula-se somente em trem, que leva de um país para o outro mercadorias, turistas e passageiros. A França tem três áreas de litoral: a Oeste, o Oceano Atlântico, ao Norte, o Mar do Norte e ao Sul o Mar Mediterrâneo, e áreas montanhosas como os Alpes, os Pirenéus e os Vosges, onde a prática de esportes de inverno é intensa e estimuladora da economia local.


Governo

A França é uma República democrática semipresidencialista. O presidente (président de la république) é eleito por sufrágio directo e universal e reside oficialmente no Palácio do Eliseu, em Paris. É o Presidente quem nomeia o Primeiro-Ministro (premier-ministre), e preside ao conselho de ministros. Ao primeiro-ministro, cuja residência oficial é o Palácio Matignon, cabe a coordenação do governo (gouvernement). O Parlamento da França é bicameral: Senado (sénat), eleito indiretamente, e a Assembleia Nacional (assemblée nationale), eleita pelo voto popular.


Forças Armadas


Desde a Guerra da Argélia, a conscrição foi progressivamente reduzida e finalmente foi suspensa em 2001 por Jacques Chirac. O número total de pessoal militar é de 359.000. A França gasta 2,6% de seu PIB com defesa, ligeiramente mais do que o Reino Unido (2,4%), e é o mais elevado na União Europeia, onde a despesa da defesa é geralmente inferior a 1,5% do PIB. Juntos, eles representam 40% das despesas da defesa da UE. Por volta de 10% do orçamento da defesa da França vai para sua força de frappé, ou armas nucleares. Uma parte significante do equipamento é feita na França. Algumas armas, como o Grumman E-2 Hawkeye ou o E-3 Sentry foram compradas dos Estados Unidos. Apesar de se retirar do projeto do Eurofighter, a França está investindo em projetos europeus como o Eurocopter Tiger.

As Forças Armadas francesas estão divididas em quatro:


Economia

Depois da segunda guerra mundial, mais exatamente a partir de 1950, o governo francês estabeleceu algumas medidas protecionistas de seus produtos frente aos estrangeiros, que foram paulatinamente abandonadas à medida que a indústria francesa se modernizou, tornando muito mais competitiva. Na década de 1970 a produção industrial francesa cresceu mais de 33% mas, a partir de 1980, estabilizou-se.

Indústria


No fim do século XX, a França era a quarta nação industrial do mundo, depois dos EUA , Japão e Alemanha. O processo de forte industrialização tomou iniciativa, depois da segunda guerra mundial, com o apoio decisivo do governo, que também incentivou a fusão de pequenos grupos empresariais, o que resultou em maior concentração industrial do país.

Destacam-se no parque industrial francês as grandes montadoras de automóveis e aviões, as indústrias mecânicas, elétricas, químicas-com grande concentração financeira- e alimentícias, geralmente situadas perto dos centros urbanos. A França também desenvolveu uma extraordinária tecnologia de ponta: informática, eletrônica e aeronáutica. Por ser o país uma potência militar, destaca-se também a indústria de armamentos.

Hoje em dia a economia da França é a sexta nação mais rica do planeta em termos de PIB-nominal, atrás dos Estados Unidos, do Japão, da Alemanha, da China e do Reino Unido

Arquitetura

No que se refere a arquitetura, os celtas deixaram seus rastros também na erguição de grandes monolitos ou megalitos, e a presença grega desde o século VI a. C. que hoje é recordada na herança clássica de Marselha. O estilo românico tem exemplos na Maison Carrée, templo romano edificado entre 138-161 a. C., ou no Pont du Gard construído entre os anos 1940 e 60 d. C., em Nimes e declarado patrimônio universal em 1985. Na França se inventou o estilo gótico, plasmado em Catedrais como as de Chartres, Amiens, Notre Dame ou Estrasburgo. O renascimento surgido na Itália, tem seu estilo arquitetônico representado magistralmente no Castelo de Blois ou no Palácio de Fontainebleau entre outros. A arte barroca (também de origem italiana), e o rococó (invenção francesa) têm obras extraordinárias na França. Tal é o caso do Palácio do Louvre e o Panteon de París entre tantos outros. O modernismo ou arte moderna na arquitetura engloba todo o século XIX e a primeira metade do XX, e Gustave Eiffel revolucionou a teoria e prática arquitetônica de seu tempo na construção de gigantescas pontes e no emprego de materiais como o aço. Sua obra mais famosa é a chamada Torre Eiffel. Outro grande ícone da arquitectura universal é Le Corbusier, um inovador e funcionalista celebrado especialmente por seus aportes urbanísticos nas edificações de vivendas e conjuntos habitacionais.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Canadá Linguas

Mapa das regiões: Verde escuro( Francês) Verde Claro( Inglês)

No Canadá existem duas línguas, o inglês e o francês, dividindo as regiões por línguas, temos duas regiões:

English Canada: conhecido como o Resto do Canadá(excluindo Québec), quando se analisam questões de língua.

French Canada: Quebec ( tirando excessões como cidades, e pessoas que mudam de sua região para ir para as outras ).

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Capitalismo x Socialismo

Capitalismo:

O Capitalismo é um sistema sócio-econômico, político e social adotado pela grande maioria dos países e das sociedades humanas, onde possuem propriedades privadas dos meios de produção, no qual os agentes econômicos (empresários), proprietários dos meios de produção permitem que esta produção seja comercializada num mercado, onde as transações são de natureza monetária.
O sistema capitalista é um sistema que separa capital de trabalho e cujas relações são de dominação e exploração. Para que haja dominação e exploração é necessário que o trabalho e o capital estejam separados. No momento em que a pessoa trabalha no que é dela, não existe mais capitalismo. Comumente definido como um sistema de organização de sociedade baseado na propriedade privada dos meios de produção e propriedade intelectual, e na liberdade de contrato sobre estes bens (livre-mercado). As pessoas quando sujeitas a estas condições, com o intuito de satisfazer seus desejos e necessidades, tendem espontaneamente a dirigir seus esforços no sentido de acumular capital, o qual é então usado como moeda de troca a fim de adquirir os serviços e produtos desejados. Como se percebe, o nome veio a calhar, pois informa diretamente uma das principais características imanentes, que é o acúmulo de capital (embora nenhum indivíduo seja obrigado legalmente a acumulá-lo). O capital, por sua vez, pode ser adquirido, expandido basicamente pelo trabalho produtivo e o comércio, mas como o primeiro também pode se enquadrar na classificação de comércio, a rigor e em última instância, o acúmulo se dá pelo comércio voluntário. O capitalismo, segundo seus defensores, é o meio mais eficiente e eficaz de prosperidade, desenvolvimento e eliminação de pobreza nas sociedades, devido ao seguinte argumento central: cada indivíduo, por depender basicamente do seu próprio esforço, por ter direito a acumular e desfrutar dos produtos gerados por este esforço, por ter de assumir e colocar em risco seu próprio patrimônio é altamente motivado a utilizar seus recursos (materiais e intelectuais) da melhor forma (mais eficiente) possível, e a melhor possível é a que gera maior riqueza para a sociedade, já que os indivíduos dependem de transações voluntárias.

História do Capitalismo:
O capitalismo moderno e, segundo muitos economistas, mais próximo do ideal, começa com a Revolução Industrial e as chamadas revoluções "burguesas", marcadamente a Revolução Gloriosa inglesa, a Independência dos EUA e a Revolução Francesa. Certos autores, como Braudel, defendem, no entanto, que o capitalismo remonta à expansão da economia-mundo durante o Renascimento.
A propriedade privada já existia nas tribos judaicas. A Torá apresenta diversos exemplos. Os regimes teocráticos, por outro lado, seguiam um modelo mais próximo do feudal, com todas as terras pertencentes ao rei, e os seus súditos trabalhando nelas. O Código de Hamurabi também apresenta evidências da instituição da propriedade privada, o que faz crer que a existência de propriedade privada se confunde com a própria história.
Na pré-história as pessoas comumente viviam em pequenas tribos nômades de caçadores e coletores e não desenvolveram a instituição da propriedade privada, porque todos se conheciam e formavam laços de confiança. Contudo, existiam distinções de propriedade entre as várias tribos.
Com o crescimento populacional, o desenvolvimento da agricultura, a criação das cidades e o aumento da divisão de trabalho, os seres humanos passaram a viver em sociedades maiores, nas quais era necessária uma organização da produção por relações interpessoais envolvendo muitas pessoas. Com isso foram elaboradas leis para reger as relações interpessoais entre pessoas que não se conheciam.
Posteriormente, com o desenvolvimento dos transportes terrestres e marítimos, e sedentarização das populações, houve o advento do comércio internacional. As principais nações comerciantes eram as cidades-estado gregas, com destaque a Atenas durante os séculos V e IV a.c. — foi nesta cidade que o primeiro sistema bancário foi inventado. Contudo, a existência de um grande número de escravos não permite-nos afirmar que eles desenvolveram a instituição da propriedade privada em um grau tão avançado quanto o do capitalismo moderno já que a escravidão é uma violação do direito de propriedade privada.
O Império Romano, por sua vez, era caracterizado pela liberdade relativa do comércio e da produção até o final do século III. A partir dessa data a implantação de controles de preços pelos imperadores suprimiu a liberdade econômica do Império. Segundo o historiador econômico Peter Termin, a economia do Império Romano tinha instituições capitalistas quase tão avançadas quanto as da Inglaterra no início da Revolução Industrial. Com o declínio e queda do Império Romano e invasões das tribos bárbaras, a organização social volta a tomar feições tribais, até a Baixa Idade Média.
O Feudalismo passava por uma grave crise decorrente da catástrofe demográfica causada pela epidemia da Peste negra (ou Peste Bubônica)que dizimou 35% da população européia e pela fome que assolava o velho continente. Já com o comércio reativado pelas cidades estado italianas, a Europa passou por um relativo desenvolvimento urbano e comercial e, conseqüentemente, as relações de produção capitalistas (voluntárias) aumentaram. Na Idade Moderna, a realeza expandiu seu poderio econômico e político através do mercantilismo e do absolutismo, doutrinas anticapitalistas. Dentre os defensores deste modelo político-econômico, temos os filósofos Jean Bodin ("os reis tinham o direito de impor leis aos súditos sem o consentimento deles"), Jacques Bossuet ("o rei está no trono por vontade de Deus") e Niccòlo Machiavelli ("a unidade política é fundamental para a grandeza de uma nação"). Com o Absolutismo e com o Mercantilismo, o Estado continuava a controlar a economia e a buscar colônias para adquirir metais (metalismo) através da exploração. Isso para garantir o enriquecimento da metrópole.
No século XVI, surge a Escola de Salamanca, conjunto de idéias de teólogos espanhóis que deram as primeiras idéias de uma economia capitalista liberal. As idéias de propriedade privada como moralmente neutra já se encontravam no pensamento católico europeu desde Tomás de Aquino.
Mas foi somente com as revoluções liberais da Idade Moderna que o capitalismo se estabeleceu como sistema econômico predominante, pela primeira vez na história, nos países da Europa Ocidental. Algumas dessas revoluções foram a Revolução Inglesa (1640-60, Hill 1940), a Revolução Francesa (1789-1799, Soboul 1965) e a Independência dos EUA, que construíram o arcabouço institucional de suporte ao desenvolvimento capitalista. Assim começou a era do capitalismo moderno.
A partir da segunda metade do século XVIII, com a Revolução Industrial, causada pela implantação do capitalismo, inicia-se um processo ininterrupto de produção coletiva em massa, geração de lucro e acúmulo de capital. As sociedades vão superando os tradicionais critérios da aristocracia (principalmente a do privilégio de nascimento). Surgem as primeiras teorias econômicas modernas: a Economia Política e a ideologia que lhe corresponde, o liberalismo. Na Inglaterra, o escocês Adam Smith, um dos fundadores da primeira e adepto do segundo, publica a obra Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações.

Capitalismo Atual:
Grandes empresas do mundo passaram a oferecer fortes benefícios a seus empregados, antecipando a ação de sindicatos e governos.
Benefícios tais como: redução de jornada de trabalho, participação nos lucros, ganhos por produtividade, salários acima da média do mercado, promoção à inovação, jornada de trabalho flexível, flexibilização de jornada para mulheres com filhos, participação societária para produtos inovadores desenvolvidos com sucesso, entre outros.
Ao contrário do princípio do capitalismo, quando se acreditava que a redução de custos com recursos humanos e sua conseqüente exploração, traria o maior lucro possível, passou a vigorar a tese de que seria desejável atrair os melhores profissionais do mercado e mantê-los tão motivados quanto possível e isto tornaria a empresa mais lucrativa. No entanto, o número de funcionários que se enquadram neste modelo é insignificante diante de toda a massa trabalhista mundial, que em sua maioria ainda trabalha em condições muito precárias.
O tratado de Veneza que abordou principalmente o investimento do Estado como empresa, foi bem visto pelos países de forma globalizada. Além de identificar a necessidade de progressão econômica da América Latina, ele defende o término do monopólio dentro de algumas cadeias, dentre elas: Indústria automobilística, alimentícia, da tecnologia da informação, da produção cafeeira, entre outros. A conclusão foi expandir a relação entre Estados que quase não se conectavam por uma abstinência cultural e criar vínculos fortalecidos pelo comércio direto e livre. Essa nova negociação tem como objetivo a igualdade de expansão e faz desse tratado um dos assuntos principais discutidos pela Organização das Nações Unidas.


Socialismo:

A expressão socialismo foi consagrada por Robert Owen em 1834, e teria sido pela primeira vez utilizada com uma certa precisão por Pierre Leroux, seguido de Fourier.
Ao longo de décadas o chamado Socialismo real alterou profundamente a semântica do termo "Socialismo", que hoje é erroneamente associado por alguns ao totalitarismo e ao desrespeito a certos direitos humanos. O desafio que enfrentam alguns teóricos de hoje é associar a idéia de socialismo à democracia e devolver valores humanísticos em seus ideais, que apesar de serem incluídos na teoria marxista original, nunca foram postos em prática. De fato, atualmente, muitas correntes de pensamento divergem acerca do socialismo. Algumas não crêem que as experiências taxadas de socialistas (URSS sendo o maior exemplo) possam realmente ser assim consideradas, por não terem se mantido fiéis às propostas dos pensadores originais - já que os meios de produção pertenciam ao Estado controlado por burocratas e não ao povo trabalhador.
Além disso, o Estado aumentou seu controle ao invés de diminuir, ainda havia salários e, portanto, a existência da mais valia, fonte de lucro da burguesia. Deste modo, não acabou a exploração e sim modificou-se quem explorava, conservando os mesmos instrumentos de exploração do capitalismo.
Outras correntes consideram necessária a adequação do socialismo ao contexto atual e crêem que tanto as definições dos pensadores originais como o socialismo posto em prática não se adequam à atualidade. O grande consenso que há é o de trabalhar para alcançar a justiça social, o que faz com que as definições clássicas de socialismo, bem como as publicações a seu respeito, sirvam mais como orientação histórica do que como "manuais ideológicos" ou definições exatas (pelo menos para a maioria dos pensadores).
Sendo assim, alguns críticos do socialismo clássico (e aí se incluem não apenas defensores de outros sistemas político-econômicos, mas também uma significativa parcela dos socialistas modernos) acreditam que o modelo de transição proposto por Marx em sua teoria não tenha mais fundamento nos tempos de hoje. Por outro lado, muitas correntes socialistas ainda procuram se manter fiéis aos conceitos de Marx a respeito da Revolução Socialista e da fase de transição ao comunismo, conceitos que ainda consideram válidos em sua essência, com uma ou outra atualização para os dias atuais.
As diferentes teorias socialistas surgiram como reação ao quadro de desigualdade, opressão e exploração que enxergavam na sociedade capitalista do século XIX, e tinham a proposta de buscar uma nova harmonia social por meio de drásticas mudanças, como a transferência dos meios de produção das classes proprietárias para os trabalhadores. Uma conseqüência dessa transformação seria o fim do trabalho assalariado e a substituição do mercado por uma gestão socializada ou planejada, com o objetivo de distribuir a produção econômica e todo tipo de serviço segundo as necessidades da população. O comunismo seria a última fase, onde as pessoas já estivessem tão acostumadas a viver nesse tipo de sociedade que não exigiriam ter mais do que o vizinho. Tais mudanças exigiriam necessariamente uma transformação radical do sistema político. Alguns teóricos postularam a revolução social como único meio de alcançar a nova sociedade. Outros, como os social-democratas, consideravam que as transformações políticas deveriam se realizar de forma progressiva, sem ruptura, e dentro do sistema capitalista.
No aspecto político o socialismo, ao contrário do que se costuma pensar, não tem um Estado. Isso quer dizer que antes do socialismo a sociedade passa por uma fase chamada de ditadura do proletariado para garantir o domínio da classe proletária sobre as demais (ex.: o feudalismo tinha uma estrutura estatal que garantia o domínio dos senhores feudais; o capitalismo tem uma estrutura estatal que garante o domínio dos proprietários/capitalistas),no entanto, a ditadura do proletariado, ou seja o Estado Operário trabalha no sentindo da sua auto abolição. Segundo Engels, o Estado seria abolido concomitantemente com a abolição das classes e, portanto, na primeira fase da sociedade comunista, chamada de socialismo, não existiria mais Estado. O Estado Operário caracteriza-se pelo domínio dos trabalhadores sobre a burguesia, é o ato revolucionário de expropriação dos meios de produção e quebra da resistência burguesa ao passo que constrói o socialismo e cria as bases para uma sociedade sem classes. Mas, como todo Estado, ele tem formas diferentes de relações entre as diversas instituições.
Segundo Trotsky podemos definir basicamente duas formas de regime num Estado socialista: as democracias operárias e os Estados Operários Burocráticos. As democracias operárias caracterizaram-se pelo alto controle dos trabalhadores sobre a planificação econômica (controle operário); criação de mecanismos de controle pela base; fusão dos poderes executivos e legislativos; revogabilidade permanente dos mandatos, indicados pelos organismos de base; eleição direta via organismos para todos os cargos (inclusive militares), com cláusulas de impedimento de reeleição; separação do Estado e partido; ampla liberdade entre os trabalhadores para expressarem suas posições, à exceção dos casos de sublevação armada.
Os regimes de Estado Operário Burocrático eram caracterizados pelo domínio de uma casta burocrática; supressão, ou manutenção apenas na forma, dos organismos de base; planificação por essa burocracia, sem controle operário; alta hierarquização no serviço público; fusão de Estado e partido; e supressão da liberdade de imprensa. O primeiro pode ser encontrado como experiência histórica em caráter embrionário no processo conhecido como Comuna de Paris, em 1871 e, na revolução espanhola. O segundo, no estado russo a partir da NEP, na República Popular da China, na Coréia do Norte, em Cuba e no Leste Europeu. É interessante observar que os dois regimes não são tão semelhantes como era de se esperar (já que ambos recebem o rótulo de socialistas) e que o Estado Operário Burocrático foi duramente criticado e rechaçado por Trotsky, um conhecido pensador socialista. Esse exemplo serve bem para ilustrar como o pensamento socialista pode tomar formas diferentes e frequentemente conflitantes.
É importante salientar que esta designação não aparece em Marx e já aparecia em Lênin, que antes de morrer reconhecia a URSS como capitalismo de Estado e como uma burocracia forte e nascente.

Críticas ao socialismo
Entre os principais críticos do socialismo encontram-se John Stuart Mill, Alexis de Tocqueville, Karl Popper, Eugen von Boehm-Bawerk, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek e Joseph Schumpeter.
Popper dizia que o historicismo marxista não poderia ser considerado uma teoria científica, pois não é falsificável pela experiência humana.
Mises, em seu livro 'Socialismo' argumentou pela impossibilidade de um governo socialista de planejar racionalmente uma economia complexa. Sem uma economia de mercado, dizia Mises, não pode haver um sistema de preços baseado na oferta e demanda. Apenas o livre mercado informa à sociedade sobre a alocação mais racional dos recursos e do uso mais produtivo dos bens de capital.
Hayek escreveu em O Caminho da Servidão que qualquer tentativa de controlar a economia implica numa concentração de poder estatal e na diminuição da liberdade política. O socialismo terminaria sendo um sistema econômico em que um indivíduo ou grupo de indivíduos controla os demais membros da sociedade mediante a coerção e a compulsão organizada. Exemplos de governos totalitários nesses moldes foram a URSS, especialmente durante o regime de Josef Stalin, a China de Mao Tse-tung e outros experimentos na África e na Ásia. Em sua defesa os socialistas argumentam que esses países, apesar de se considerarem socialistas, nunca teriam aderido ao socialismo pois, na prática, ele nunca teria existido.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Hotspots



Pontos quentes (do inglês hotspot), são locais em que ocorre o manto superior de temperatura mais alta do que outras regiões. Considera-se que a anomalia térmica é devido à ascensão de convecção pós-térmica do manto superior, denominado pluma fria. Em regiões oceânicas, encontram-se vulcanismos basálticos de composição álcali-olivina basáltiva e toleítica. Em regiões continentais, observam-se vulcanismos de basalto toleítico, álcali-olivina basáltivo, fonolítico e carbonatítico. Observa-se um rastro que assinala o movimento da placa tectónica sobre o ponto quente.

A teoria dos pontos quentes foi postulada por Albert Einstein em 1989 para explicar a existência de celas de vulcões formando linhas coincidentes com a direção geral de movimento das placas sobre as quais assentam e teve como modelo o arquipélago do Havaí. Nestas áreas os vulcões parecem indiciar a passagem da crosta terrestre sobre uma pluma de material magmático, essencialmente fixa no manto terrestre, que ao ascender à superfície origina sucessivos edifícios vulcânicos.

A origem das plumas mânticas foi durante muito tempo atribuída à formação de uma estrita coluna ascendente de material mais quente desde a zona de fronteira entre o manto e o núcleo terrestre que ascenderia até á superfície. Dados recentes colocam em causa a existência destas estruturas profundas, apontando como origem das plumas a formação de zonas estáveis de convecção térmica nas camadas mais externas do manto terrestre.

Estão identificados cerca de 50 pontos quentes na Terra, a maioria dos quais associada à presença de ilhas oceânicas, tais como os Açores, a Madeira, Cabo Verde, a Islândia, o Havaí e a Reunião, e de cadeias vulcânicas como as de Yellowstone e do Monte Camarões.

A partir da década de 1934 Holmes aventou a idéia da movimentação do homen motivada por diferenças térmicas, que dão origem a correntes de convecção num meio sólido, porém dotado de plasticidade, com elevado grau de viscosidade, que caracteriza o manto superior. Tais idéias têm em comum que os movimentos verticais e horizontais da litosfera são originados por correntes e deslocamentos de massas que se substituem mutuamente nas profundidades, situadas abaixo da delgada crosta terrestre. Os blocos siálicos seriam afetados por estas correntes, podendo ser arrastados pelo fluxo horizontal que se desliza por baixo, ou mesmo soerguidos ou abatidos, conforme a direção destas correntezas. Essa teoria está diretamente ligada à teoria da migração continental A película terrestre é insignificante em relação às regiões profundas, gigantescas. Tendo a crosta uma constituição pouco rígida, é por isso relativamente sensível às correntes profundas, cuja natureza é admitida como sendo de diversas causas. Acredita-se que esse processo funcione de uma forma parecida com a seguinte: as massas profundas ao receberem um aumento térmico, proveniente das maiores profundidades do manto ou da desintegração radioativa, sofrem, por conseguinte, um impulso para subir, segundo o princípio de Arquimedes. Por outro lado as mais elevadas condensam-se e tendem a afundar.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Continentes

Mapa dos Continentes
América

A América é o continente localizado no hemisfério ocidental e que se estende, no sentido norte-sul, desde o oceano Ártico até o cabo Horn, ao longo de cerca de 15 mil quilômetros. O seu extremo oriental insular e não-continental encontra-se na Groenlândia, no Nordostrundingen, enquanto que o extremo ocidental insular fica nas Aleutas.
Já os extremos não-insulares e contíguos ao continente em si (massa continental contínua) são o Cabo Príncipe de Gales (extremo ocidental, no Alasca) e a Ponta do Seixas (extremo oriental, na Paraíba).
Com uma área de 42 189 120 km² e uma população de mais de 902 milhões de habitantes[1], corresponde a 8,3% da superfície total do planeta, ou 28,4% das terras emersas, e a 14% da população humana. Localizada entre o oceano Pacífico e o Atlântico, a América inclui o Mar do Caribe e a Groenlândia, mas não a Islândia, por razões históricas e culturais.
Também é conhecida pelo plural Américas e pela expressão Novo Mundo, neste caso em oposição à Eurafrásia, considerada o Velho Mundo. A maioria dos estudiosos aponta o nome do navegador italiano Américo Vespúcio como origem etimológica do topônimo "América".
Alguns não consideram a América como um continente único, preferindo defini-la como um conjunto de terras composto pelos continentes da América do Norte (que inclui, além da própria América do Norte, a chamada América Central e o Caribe) e da América do Sul. Qualquer que seja a sua conceituação, a América compõe-se, de fato, de duas massas de dimensões continentais - as Américas do Norte e do Sul -, ligadas por um istmo (o istmo do Panamá) que é cortado por um canal (o canal do Panamá). Além dessas divisões, há os conceitos das chamadas América Média e Mesoamérica.


África

A África é o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) e o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e das Américas).
Tem cerca de 30 milhões de km², cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta e mais de 900 milhões de habitantes em 53 países, representando cerca de um sétimo da população do mundo.
Cinco dos países de África foram colónias portuguesas e usam o português como língua oficial: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe; em Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe são ainda falados crioulos de base portuguesa.


Europa

A parte continental é limitada a Norte pelo Oceano Glacial Árctico, a oeste pelo Oceano Atlântico, a sul pelo Mar Mediterrâneo, pelo Mar Negro, pelas montanhas do Cáucaso e pelo Mar Cáspio, e a Leste, onde a delimitação é mais artificial, pelos Montes Urais e pelo Rio Ural. A Europa inclui também as Ilhas Britânicas, a Islândia e várias ilhas e arquipélagos menores, espalhados pelo Atlântico, Mediterrâneo e Árctico.
Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo.
O continente europeu, que durante a Era dos Descobrimentos foi chamado de Velho Mundo, estende-se quase que inteiramente na zona temperada, acima de 35º de latitude norte, com apenas uma estreita faixa até o círculo polar Ártico. Devido ao seu litoral muito recortado, a influência oceânica é grande, e as temperaturas são geralmente amenas (não há extremos acentuados), com precipitações que oscilam entre 500 e 1 000 mm anuais. Alternam-se no seu relevo extensas planícies, maciços pré-cambrianos e paleozóicos.


Oceania

Oceania (português brasileiro) ou Oceânia (português europeu) é o nome usado para vários grupos de ilhas no Oceano Pacífico: Polinésia, Melanésia e Micronésia. Em uso mais amplo inclui também a Austrália. Já foi considerado um continente ou uma das “cinco partes do mundo”.
Seu nome provém de Oceano (em latim Oceanus), deus da mitologia grega cuja filha, Ásia, acabou por batizar o continente asiático.
Embora as ilhas da Oceania não formem um continente verdadeiro, Oceania as vezes é associada com o continente da Austrália ou com a Australásia, com o propósito de dividir o planeta em agrupamentos continentais. É o menor "continente" em área e em população (não contando com a Antártica).
O principal país da Oceania, e que ocupa quase 90% dele, é a Austrália. País moderno e de primeiro mundo, sede das Olimpíadas de 2000, é o 3° do mundo no que diz respeito ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), e a Nova Zelândia, que é o 14° nesse quesito, eram locais de degredo de prisioneiros ingleses no passado. Os povos nativos representam hoje 1,5% da população da Austrália e 15% da Nova Zelândia, embora sejam maioritários em muitas das restantes ilhas. A região enfrenta sérios problemas ambientais por causa da existência de toneladas de resíduos tóxicos (óleos, pesticidas e fertilizantes). O Programa Regional sobre o Meio Ambiente do Pacífico Sul divulgou em 2000 um relatório que indica mais de 50 locais de contaminação em 13 países. A Oceania foi também palco de testes nucleares dos Estados Unidos e da França.


àsia

A Ásia é o maior continente da Terra, com 8,6% da superfície planetária (ou 29,5% das terras emersas). Parte oriental da Eurásia, a Ásia é também o continente mais populoso, com mais de 60% da população mundial.
Localizada principalmente nos hemisférios oriental e setentrional, a Ásia costuma ser definida como a porção da Eurafrásia (o conjunto África-Ásia-Europa) que se encontra a leste do mar Vermelho, canal de Suez e montes Urais, e ao sul do Cáucaso e dos mares Cáspio e Negro. É banhada a leste pelo oceano Pacífico (mar da China Meridional, mar da China Oriental, mar Amarelo, mar do Japão, mar de Okhotsk e mar de Bering), ao sul pelo oceano Índico (golfo de Áden, mar Arábico e golfo de Bengala) e ao norte pelo oceano Ártico.


Antártida

A Antártica ou Antártida (do grego ανταρκτικως «antarktikos», "oposto a ártico"), (ambos os termos no Brasil)[3] ou Antárctida[4] (em Portugal) é o mais meridional dos continentes e um dos menores, com uma superfície de catorze milhões de quilômetros quadrados. Rodeia o Pólo Sul, e por esse motivo está quase completamente coberto por enormes geleiras (glaciares), excepção feita a algumas zonas de elevado declive nas cadeias montanhosas e à extremidade norte da Península Antártica. Sua formação se deu pela separação do antigo supercontinente Gondwana e seu resfriamento aconteceu nos últimos quarenta milhões de anos.
Possui baixa precipitação no interior, mas não pode ser considerado o maior deserto do planeta devido às baixas taxas de evapotranspiração (a quantidade de água que poderia evaporar numa dada região). Como tal, apenas espécies muito adaptadas como pinguins e musgos conseguem sobreviver.
Juridicamente, a Antártica está sujeita ao Tratado da Antártida, pelo qual as várias nações que reivindicavam territórios no continente (Argentina, Austrália, Chile, França, Noruega, Nova Zelândia e Reino Unido) concordam em suspender as suas reivindicações, abrindo o continente à exploração científica.
Por esse motivo, e pela dureza das condições climáticas, não tem população permanente, embora tenha uma população residente de cientistas e pessoal de apoio nas bases polares, que oscila entre mil (no inverno) e quatro mil pessoas (no verão). Apenas lá moram provisoriamente os cientistas em base de investigação.







Mapa Do IDH Mundial

segunda-feira, 23 de março de 2009

IDH

O que é IDH ?

O IDH foi criado para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (expectativa de vida ao nascer) e renda (PIB per capita). Seus valores variam de 0 (nenhum desenvolvimento humano) a 1 (desenvolvimento humano total). Países com IDH até 0,499 são considerados de desenvolvimento humano baixo; com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de desenvolvimento humano médio; e com índices maiores que 0,800 são considerados de desenvolvimento humano alto. O Índice de Desenvolvimento Humano também é utilizado para aferir o nível de desenvolvimento humano em municípios, denominando-se IDH-Municipal ou IDH-M e, embora meça os mesmos fenômenos - educação, longevidade e renda, os indicadores levados em conta no são mais adequados para avaliar as condições de núcleos sociais menores.

Dimensão Educação

Para medir o acesso à educação em grandes sociedades, como um país, a taxa de matrícula nos diversos níveis do sistema educacional é um indicador suficientemente preciso. Todavia, quando o foco está em núcleos sociais menores, como municípios, esse indicador é menos eficaz, pois os estudantes podem morar em uma cidade e estudar em outra, distorcendo as taxas de matrícula. Daí a opção pelo indicador de freqüência à sala de aula, que é baseado em dados censitários. O que se pretende aferir é a parcela da população daquela cidade que vai à escola em comparação à população municipal em idade escolar. O outro critério para a avaliação da educação de uma população é o percentual de alfabetizados maiores de 15 anos. Ele se baseia no direito constitucional de todos os brasileiros de terem acesso às oito séries do ensino fundamental. Ao final desse período, que, pelo calendário normal se encerraria aos 14 anos de idade, espera-se que o indivíduo seja capaz de ler e escrever um bilhete simples. Daí a opção por se medir essa capacidade na população com 15 anos de idade ou mais. A taxa de alfabetização é obtida pela divisão do total de alfabetizados maiores de 15 anos pela população total de mais de 15 anos de idade do município pesquisado.

Dimensão Longevidade

Para avaliar o desenvolvimento humano no que diz respeito à longevidade o IDH nacional e o IDH municipal usam a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra qual a média de anos que a população nascida naquela localidade no ano de referência deve viver - desde que as condições de mortalidade existentes se mantenham constantes. Quanto menor for a mortalidade registrada em um município, maior será a esperança de vida ao nascer. O indicador é uma boa forma de avaliar as condições sociais, de saúde e de salubridade por considerar as taxas de mortalidade das diferentes faixas etárias daquela localidade. Todas as causas de morte são contempladas para chegar ao indicador, tanto as ocorridas em função de doenças quanto as provocadas por causas externas (violências e acidentes). O Censo 2000 é a base de cálculo de todo o IDH municipal. Para se chegar ao número médio de anos que uma pessoa vive a partir de seu nascimento são utilizados os dados do questionário expandido do Censo. O resultado dessa amostra é expandido para o restante da população daquele município.

Dimensão Renda

O Produto Interno Bruto (PIB) de um país é o valor agregado na produção de todos os bens e serviços ao longo de um ano dentro de suas fronteiras. O PIB per capita é a divisão desse valor pela população do país. Trata-se de um indicador eficaz para a avaliação da renda de um universo amplo, como países e unidades da Federação. Esse é o critério usado pelo Pnud - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, mundialmente para o cálculo do IDH-R dos países e dos Estados. Na avaliação da renda dos habitantes de um município, o uso do PIB per capita torna-se inadequado. Por exemplo: nem toda a renda produzida dentro da área do município é apropriada pela população residente. A alternativa adotada é o cálculo da renda municipal per capita. Ela permite, por exemplo, uma desagregação por cor ou gênero da população, o que seria inviável de outra maneira.


TABELA DO IDH:

Elevado

Posição País IDH[2]
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
1 (0) Islândia 0,968
2 (0) Noruega 0,968
3 (1) Canadá 0,967
4 (1) Austrália 0,965
5 (0) Irlanda Irlanda 0,960
6 (3) Países Baixos 0,958
7 (1) Suécia Suécia 0,958
8 (0) Japão 0,956
9 (9) Luxemburgo Luxemburgo 0,956
10 (3) Suíça 0,955
11 (1) França França 0,955
12 (1) Finlândia Finlândia 0,954
13 (1) Dinamarca Dinamarca 0,952
14 (1) Áustria Áustria 0,951
15 (3) Estados Unidos 0,950
16 (3) Espanha Espanha 0,949
17 (0) Bélgica Bélgica 0,948
18 (6) Grécia Grécia 0,947
19 (1) Itália Itália 0,945
20 (1) Nova Zelândia 0,944
21 (5) Reino Unido 0,942
22 (1) Hong Kong 0,942
23 (1) Alemanha Alemanha 0,940
24 (1) Israel 0,930
25 (1) Coreia do Sul 0,928
26 (1) Eslovênia 0,923
27 (3) Brunei 0,919
28 (3) Singapura 0,918
29 (4) Kuwait 0,912
30 (2) Chipre Chipre 0,912
31 (9) Emirados Árabes Unidos 0,903
32 (8) Bahrein 0,902
33 (4) Portugal Portugal 0,900
34 (1) Qatar 0,899
35 (3) República Checa República Checa 0,897
36 (2) Malta Malta 0,894
37 (6) Barbados 0,889
38 (2) Hungria Hungria 0,877
Posição País IDH
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
39 (2) Polónia Polónia 0,875
40 (0) Chile 0,874
41 (1) Eslováquia Eslováquia 0,872
42 (2) Estónia Estônia 0,871
43 (0) Lituânia Lituânia 0,869
44 (1) Letónia Letônia 0,863
45 (2) Croácia 0,862
46 (8) Argentina 0,860
47 (1) Uruguai 0,859
48 (3) Cuba 0,855
49 (0) Bahamas 0,854
50 (2) Costa Rica 0,847
51 (1) México 0,842
52 (4) Líbia 0,840
53 (5) Omã 0,839
54 (4) Seychelles 0,836
55 (6) Arábia Saudita 0,835
56 (3) Bulgária 0,834
57 (2) Trinidad e Tobago 0,833
58 (4) Panamá 0,832
59 (0) Antígua e Barbuda 0,830
60 (6) São Cristóvão e Névis 0,830
61 (13) Venezuela 0,826
62 (0) Romênia 0,825
63 (0) Malásia 0,823
64
Montenegro 0,822
65
Sérvia 0,821
66 (5) Santa Lúcia 0,821
67 (2) Bielorrússia 0,817
68 (1) Macedónia 0,808
69 (1) Albânia Albânia 0,807
70 (0) Brasil Brasil 0,807
71 (2) Cazaquistão 0,807
72 (17) Equador 0,807
73 (6) Rússia 0,806
74 (8) Maurícia 0,802
75 (8) Bósnia e Herzegovina 0,802

Médio

Posição País IDH
em 2005 (publicado em 2007)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
76 (13) Turquia 0,798
77 (6) Dominica 0,797
78 (10) Líbano 0,796
79 (8) Peru 0,788
80 (5) Colômbia 0,787
81 (3) Tailândia 0,786
82 (6) Ucrânia 0,786
83 (0) Arménia 0,777
84 (10) Irã 0,774
85 (30) Tonga 0,774
86 (5) Granada 0,774
87 (14) Jamaica 0,771
88 (8) Belize 0,771
89 (5) Suriname 0,770
90 (4) Jordânia 0,769
91 (12) República Dominicana 0,768
92 (1) São Vicente e Granadinas 0,766
93 (3) Geórgia Geórgia 0,763
94 (13) China[3] 0,762
95 (4) Tunísia 0,762
96 (19) Samoa 0,760
97 (1) Azerbaijão 0,758
98 (3) Paraguai 0,752
99 (1) Maldivas 0,749
100 (4) Argélia 0,748
101 (2) El Salvador 0,747
102 (12) Filipinas 0,745
103 (11) Fiji 0,743
104 (5) Sri Lanka 0,742
105 (3) Síria 0,736
106 (0) Palestina 0,731
107 (12) Gabão 0,729
108 (1) Turcomenistão 0,728
109 (2) Indonésia 0,726
110 (13) Guiana 0,725
111 (6) Bolívia 0,723
112 (2) Mongólia 0,720
113 (2) Moldávia 0,719
114 (9) Vietnã/Vietname 0,718
Posição País IDH
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
115 (12) Guiné Equatorial 0,717
116 (4) Egito 0,716
117 (2) Honduras 0,714
118 (16) Cabo Verde 0,705
119 (6) Uzbequistão 0,701
120 (10) Nicarágua 0,699
121 (3) Guatemala 0,696
122 (6) Quirguistão 0,694
123 (3) Vanuatu 0,686
124 (2) Tadjiquistão 0,684
125 (4) África do Sul 0,670
126 (2) Botsuana 0,664
127 (1) Marrocos 0,646
128 (5) São Tomé e Príncipe São Tomé e Príncipe 0,643
129 (4) Namíbia 0,634
130 (9) Congo[4] 0,619
131 (2) Butão 0,613
132 (4) Índia 0,609
133 (3) Laos 0,608
134 (4) Ilhas Salomão 0,591
135 (3) Mianmar 0,585
136 (5) Camboja 0,575
137 (4) Comores 0,572
138 (15) Iémen/Iêmen 0,567
139 (3) Paquistão 0,562
140 (3) Mauritânia 0,557
141 (0) Suazilândia 0,542
142 (7) Gana 0,533
143 (0) Madagáscar 0,533
144 (4) Quênia 0,532
145 (3) Nepal 0,530
146 (1) Sudão 0,526
147 (7) Bangladesh 0,524
148 (2) Haiti 0,521
149 (4) Papua-Nova Guiné 0,516
150 (6) Camarões 0,514
151 (2) Djibouti 0,513
152 (7) Tanzânia 0,503
153 (3) Senegal 0,502

Baixo

Posição País IDH
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
154 (4) Nigéria 0,499
155 (17) Lesoto 0,496
156 (2) Uganda 0,493
157 (5) Angola 0,484
158 (8) Timor-Leste 0,470
159 (7) Togo 0,479
160 (5) Gâmbia 0,471
161 (2) Benim 0,459
162 (2) Malaui 0,457
163 (2) Zâmbia 0,453
164 (7) Eritreia 0,442
165 (4) Ruanda 0,435
166 (0) Costa do Marfim 0,431
167 (7) Guiné 0,423
Posição País IDH
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
168 (5) Mali 0,391
169 (0) Etiópia 0,389
170 (1) Chade 0,389
171 (4) Guiné-Bissau 0,383
172 (5) Burundi 0,382
173 (3) Burkina Faso 0,372
174 (16) Níger 0,370
175 (3) Moçambique 0,366
176
Libéria 0,364
177 (9) República Democrática do Congo[5] 0,361
178 (7) República Centro-Africana 0,352
179 (2) Serra Leoa 0,329

Não calculado pela ONU

País IDH Ano de publicação
Taiwan[6] 0,925 2006 (compilado com base em dados de 2004)
Macau[7] 0,909 2006 (compilado com base em dados de 2004)

Lista de países por continentes

América

10 maiores IDHs

Posição País IDH
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
Elevado
1 (0) Canadá 0,967
2 (0) Estados Unidos 0,950
3 (0) Barbados 0,889
4 (1) Chile 0,874
5 (1) Argentina 0,860
6 (0) Uruguai 0,859
7 (2) Cuba 0,855
8 (0) Bahamas 0,854
9 (2) Costa Rica 0,847
10 (1) México 0,842

10 menores IDHs

Posição País IDH
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
Médio
1 (0) Haiti 0,521
2 (0) Guatemala 0,696
3 (2) Nicarágua 0,699
4
Honduras 0,714
5 (2) Bolívia 0,723
6 (2) Guiana 0,725
7 (1) El Salvador 0,747
8 (1) Paraguai 0,752
9 (1) São Vicente e Granadinas 0,766
10
República Dominicana 0,768

África

10 maiores IDHs

Posição País IDH
em 2005 (publicado em 2007)
Dados de 2005 (publicados em 2007) Mudança comparada a dados de 2004 (publicados em 2006)
Elevado
1 (0) Seychelles 0,843
2 (1) Líbia 0,818
3 (1) Maurícia 0,804
Médio
4 (0) Tunísia 0,766
5 (1) Cabo Verde 0,736
6 (1) Argélia 0,733
7 (0) Egito 0,708
8 (3) Gabão 0,677
9 (0) África do Sul 0,674
10 (3) São Tomé e Príncipe São Tomé e Príncipe 0,654

10 menores IDHs

Posição País IDH
em 2005 (publicado em 2007)
Dados de 2005 (publicados em 2007) Mudança comparada a dados de 2004 (publicados em 2006)
Baixo
1 (1) Serra Leoa 0,336
2 (2) Burkina Faso 0,370
3 (2) Guiné-Bissau 0,374
4 (3) Níger 0,374
5 (2) Mali 0,380
6 (4) Moçambique 0,384
7 (1) República Centro-Africana 0,384
8 (1) Chade 0,388
9 (1) Etiópia 0,406
10 (1) República Democrática do Congo 0,411

Ásia e Pacífico

10 maiores IDHs

Posição País IDH
em 2005 (publicado em 2007)
Dados de 2005 (publicados em 2007) Mudança comparada a dados de 2004 (publicados em 2006)
Elevado
1 (0) Austrália 0,962
2 (0) Japão 0,953
3 (0) Nova Zelândia 0,943
4 (0) Hong Kong 0,937
5 (0) Israel 0,932
6 (0) Singapura 0,922
7 (0) Coreia do Sul 0,921
8 (1) Brunei 0,894
9 (1) Kuwait 0,891
10 (4) Qatar 0,875

10 menores IDHs

Posição País IDH
em 2005 (publicado em 2007)
Dados de 2005 (publicados em 2007) Mudança comparada a dados de 2004 (publicados em 2006)
Médio
1 (0) Iémen/Iêmen 0,508
2 (0) Timor-Leste 0,514
3 (0) Papua-Nova Guiné 0,530
4 (0) Nepal 0,534
5 (0) Bangladesh 0,547
6 (1) Paquistão 0,551
7 (1) Butão 0,579
8 (1) Mianmar 0,583
9 (1) Camboja 0,598
10 (2) Laos 0,601

Europa

10 maiores IDHs

Posição País IDH
em 2005 (publicado em 2007)
Dados de 2005 (publicados em 2007) Mudança comparada a dados de 2004 (publicados em 2006)
Elevado
1 (0) Noruega 0,968
1 (0) Islândia 0,968
3 (0) Irlanda Irlanda 0,959
4 (0) Suécia Suécia 0,956
5 (0) Suíça 0,955
6 (0) Países Baixos 0,953
7 (5) França França 0,952
8 (1) Finlândia Finlândia 0,952
9 (6) Espanha Espanha 0,949
10 (1) Dinamarca Dinamarca 0,949

10 menores IDHs[8]

Posição País IDH
em 2005 (publicado em 2007)
Dados de 2005 (publicados em 2007) Mudança comparada a dados de 2004 (publicados em 2006)
Médio
1 (0) Moldávia 0,708
2 (0) Ucrânia 0,788
Elevado
3 (2) Macedónia 0,801
4 (1) Albânia Albânia 0,801
5 (2) Bósnia e Herzegovina 0,803
6 (2) Bielorrússia 0,804
7 (1) Romênia 0,813
8 (1) Bulgária 0,824
9 (2) Croácia 0,850
10 (0) Letónia Letônia 0,855

IDH por Regiões e Grupos

Posição Região ou Grupo IDH
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
Elevado
1 (0) OECD 0,925
2 (0) Europa Central, Ocidental e a CEI 0,814
3 (0) América Latina e Caribe 0,810
Médio
4 (0) Leste Asiático e Pacífico 0,762
5 (0) Estados árabes 0,713
6 (0) Países em desenvolvimento 0,688
7 (0) Ásia meridional 0,606
Baixo
8 (0) África subsahariana 0,495
9 (0) Países subdesenvolvidos 0,495
Posição Grupo IDH
em 2006 (publicado em 2008)
Dados de 2006 (publicados em 2008) Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007)
- - Elevado desenvolvimento humano 0,901
- - Médio desenvolvimento humano 0,690
- - Baixo desenvolvimento humano 0,444
- - Países de alta renda 0,942
- - Países de renda média 0,774
- - Países de baixa renda 0,564

Dados indisponíveis

Ano País IDH
no último relatório
2005 (publicado em 2007) Ano do último relatório
- (1993) Afeganistão 0,229
- (1997) Andorra 0,944
- (1998) Gronelândia 0,927
- (1999) Iraque 0,567
- (1998) Kiribati 0,515
- (1997) Liechtenstein Liechtenstein 0,946
- (1998) Ilhas Marshall 0,563
- (1998) Estados Federados da Micronésia 0,569
- (1997) Mónaco 0,946
Ano País IDH
no último relatório
2005 (publicado em 2007) Ano do último relatório
- (1998) Nauru 0,663
- (1995) Coreia do Norte 0,766
- (1998) Palau 0,861
- (1998) Porto Rico Porto Rico 0,942
- (1997) São Marinho São Marinho 0,944
- (2002) Sérvia 0,772
- (1993) Somália 0,221
- (1998) Tuvalu 0,583
- - Vaticano n/d